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Dois de três acusados da morte de árbitro vão a júri popular

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Dois de três acusados da morte de árbitro vão a júri popular
Vítima foi encontrada com um corte no pescoço e um trauma no crânio (foto: Arquivo/ Rota 21 Plantão)

Dois de três acusados pela morte do árbitro de futebol Antônio José da Silva, conhecido como Zuza, estão sendo julgados nesta quinta-feira (4) pelo tribunal do júri de Poços de Caldas. Wilian Barbosa de Melo e Guilherme Augusto Pedreiro respondem por homicídio e furto.

A dupla é acusada de, juntamente com um terceiro envolvido, Márcio Nery Braz, ter matado a vítima após descobrir que ela teria molestado o enteado de Guilherme. Eles respondem por homicídio qualificado e furto, já que levaram o celular e a carteira da vítima após o crime.

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O júri é presidido pelo juiz José Henrique Mallmann.

Márcio teve o processo desmembrado, já que ainda segue foragido.

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A reportagem do Poços Já entrou em contato com os advogados de defesa dos réus e aguarda o posicionamento deles.

Denúncia

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Em sua denúncia, o Ministério Público do Estado de Minas Gerais esclarece que dia 13 de julho de 2022, por volta de 9h56, na rua Ferro, 650, complemento 651, bairro Jardim Kennedy 2, os acusados, agindo com a intenção de matar e usando de recurso que dificultou a defesa da vítima, teriam matado o Antônio José da Silva, pessoa idosa.

Inscrições no muro apontaram para a motivação do crime

A motivação do crime, segundo consta na sentença de pronúncia, seria o fato de o enteado de Guilherme ter ido até a casa do árbitro para vender garrafas pets, ocasião em que Zuza teria tentado beijá-lo à força. A criança teria saído correndo do local e contado os fatos para a sua mãe, a qual, por sua vez, teria relatado para Guilherme, seu companheiro e padrasto do menor.

Ao saber do caso, Guilherme teria se juntado a Márcio e Wilian, ido até a residência da vítima e aguardado a sua chegada. No instante em que a vítima chegou ao imóvel, teria sido surpreendida pelos três, os quais passaram a questioná-la sobre o suposto abuso sexual perpetrado contra a criança.

Em seguida, os denunciados, munidos de uma enxadinha, teriam agredido violentamente a vítima, a qual veio a óbito no local em virtude de traumatismo cranioencefálico ocasionado pelos golpes sofridos. A vítima foi encontrada por familiares no quintal de casa.

Após o crime, os denunciados teriam, ainda, subtraído a carteira e o celular da vítima.

Wilian e Guilherme foram presos após o crime e Márcio conseguiu fugir.




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