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Poços tem redução na infestação do Aedes aegypti, mas alerta para epidemia continua

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Poços tem redução na infestação do Aedes aegypti, mas ainda tem alerta para epidemias
Divulgação

A Secretaria de Saúde de Poços de Caldas divulgou hoje os resultados do 2º Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Mosquito Aedes aegypti (LirAa) do ano, indicando uma significativa redução na infestação do mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue e outras arboviroses.

Índice de infestação

O Índice de Infestação Predial (IIP) atual é de 1,2%, classificando o município em situação de alerta e médio risco para a ocorrência de epidemias. Em janeiro deste ano, o IIP registrado foi de 3,5%, demonstrando um avanço considerável nas ações de combate ao mosquito.

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Focos

O levantamento, realizado em 3.200 imóveis, encontrou 38 focos positivos do mosquito Aedes aegypti, todos em residências, não havendo focos em terrenos baldios. Esse dado ressalta a importância da conscientização e colaboração dos moradores no combate ao mosquito.
Das sete regiões pesquisadas no município, três foram classificadas como de baixo risco (centro, oeste e centro-leste) e quatro com médio risco (sul, centro-sul, leste e sudeste). Esse mapeamento permite direcionar as ações de controle de maneira mais eficaz e específica para cada área.

Onde estão os focos

Outro dado relevante apontado pelo levantamento é a natureza dos focos: 60,53% são depósitos de água móveis, como vasos de plantas, frascos plásticos, pingadeiras, recipientes de degelo de geladeiras, e bebedouros de animais. 21,05% são depósitos de água passíveis de remoção, incluindo pneus, lixo, sucatas e entulhos.

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Isso significa que 81,58% dos focos são de fácil eliminação ou remoção, destacando a importância das medidas simples e contínuas que cada morador pode adotar em suas casas para contribuir na luta contra o Aedes aegypti.

A Secretaria de Saúde reforça a necessidade da participação ativa da população na eliminação de possíveis criadouros do mosquito, principalmente durante a temporada de chuvas. O combate ao Aedes aegypti é uma responsabilidade de todos e ações simples no cotidiano podem fazer a diferença na saúde pública.

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