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Parlamento Mulher vai discutir violência nos espaços de poder e assédio sexual

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divulgação

Acontece hoje (28), às 17h30, a segunda oficina do Parlamento Mulher, com o tema Violência nos Espaços Institucionais de Poder e Assédio Sexual. O projeto foi criado por meio da Resolução n. 885/2022, de autoria da vereadora Regina Cioffi (PP), e tem como objetivos principais discutir o protagonismo das mulheres, garantir espaços de visibilidade e debater temáticas que impactam a vida do público feminino.

Para o segundo encontro, está confirmada a presença da presidente da Comissão da Mulher Advogada, da 25ª subseção da OAB/MG, Dra. Pollyanna Microni Quites. As oficinas têm transmissão ao vivo pelas páginas da Câmara no Facebook e YouTube. Ainda serão discutidas, nas próximas semanas, as seguintes pautas: saúde da mulher, espaço da mulher no esporte e na cultura e mulheres na política. Após todos os debates, as mulheres devem elaborar propostas para votação e encaminhamento aos órgãos pertinentes.

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Nesta semana, aconteceu a primeira oficina, oportunidade em que foi abordado o tema Violência Doméstica e Familiar. Participaram do encontro, além das mulheres inscritas no projeto, a delegada regional de Polícia Civil, Dra. Maria Cecília Gomes Flora, a coordenadora da Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica, tenente PM Danielle Fernandes Bernardes, e os sargentos PM Luiz Eduardo de Souza e Eliane Rosário Jerônimo, que também atuam na Patrulha. Todos puderam expor dados sobre o trabalho realizado em Poços e as políticas públicas existentes. Já nesta primeira oficina, as mulheres participantes do projeto apresentaram algumas propostas de melhorias, propostas estas que deverão ser formalizadas e entregues à Escola do Legislativo.

A vereadora Regina Cioffi falou sobre as expectativas do Parlamento Mulher. “Volto a dizer que o Parlamento é um divisor de águas em relação às políticas para as mulheres. Não somente a questão de mais mulheres na política, mas a possibilidade de discussão de temas importantes que fazem a diferença na vida delas. O Parlamento dá oportunidade para que elas participem efetivamente dessa discussão, não somente como ouvintes. Isso é tirar as mulheres da zona de conforto para que falem de temas que estão sofrendo e não possuem espaços adequados para isso. É tratar a questão das desigualdades e do respeito”, comentou.

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Sobre a primeira oficina, a parlamentar ressaltou alguns pontos que considera importantes. “Observamos fatores relevantes, como a existência das violências financeira e psicológica, antes mesmo da física. Quando as mulheres começam a ter violência física já estão sofrendo há muito tempo. Foi uma discussão profunda e saímos dali com muitas ideias. Além disso, falamos da importância das atitudes nas escolas, de se falar sobre o tema com os alunos. Não tem classe social, não são somente as mulheres em situação de vulnerabilidade. Muitas mulheres que estão muito bem também sofrem algum tipo de violência. O evento superou minhas expectativas e tenho certeza que vamos plantar muita coisa boa e vamos colher muitos frutos no futuro”, concluiu.



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