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Câmara solicita revisão de cobrança de pedágio entre Poços e Águas da Prata

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Vereadores aprovaram uma Moção de Apelo solicitando revisão da cobrança.
Vereadores aprovaram uma Moção de Apelo solicitando revisão da cobrança.

Na última semana, os vereadores aprovaram por unanimidade uma Moção de Apelo, apresentada pelo presidente da Câmara, vereador Paulo Tadeu Silva D’Arcadia (PT), solicitando à ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) e à ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre) a revisão da cobrança  de pedágio entre Poços de Caldas e Águas da Prata (SP).

Segundo o parlamentar, a cobrança não atende à sua finalidade, tendo em vista que as últimas obras efetivas na serra ocorreram há mais de dez anos. Além disso, ele pontuou que não houve uma real melhora na qualidade e fluidez do trânsito. “Esse trecho já está saturado, tem uma velocidade máxima de 60 Km por hora, e nós temos ainda outro gargalo muito importante que é a área urbana de Águas de Prata, onde a velocidade máxima está entre 30 e 40 Km. Se tomarmos como base um horário de tráfego mais intenso, essa velocidade se reduz a uma velocidade média de 20 Km”, destacou.

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O presidente ressaltou que intervenções importantes vêm sendo realizadas no trecho Águas da Prata/São João da Boa Vista, entretanto não têm impacto significativo na melhoria das condições gerais do tráfego. Isto porque os principais problemas se encontram no trecho até Poços de Caldas. “Nós sentimos que a empresa concessionária tem privilegiado obras importantes no trecho entre São João e Águas da Prata, mas que a rigor são grandes intervenções urbanas. Em que pese a necessidade de São João ter esses benefícios, por se tratar de um município progressista, nós entendemos que quem está financiando essas intervenções urbanas, não prioritárias para nós, é a cidade de Poços de Caldas. Primeiro porque é o principal destino turístico e, também, porque é a maior cidade, é a cidade com maior número de veículos por habitante e é o município que tem o maior número de transportadoras”, avaliou.

Com relação ao preço de R$ 5,80 (ida e volta), o vereador considerou o valor abusivo para a população de Poços. “Entendemos que se houvesse um cronograma de intervenções mostrando em que prazo serão feitas novas adaptações no trecho da serra e em que prazo será feito o anel viário no entorno de Águas da Prata nós nos sentiríamos contemplados, mas na situação atual entendemos que há priorização injusta nas obras dessa rodovia”, afirmou D’Arcadia.

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Fonte: ACS Câmara Municipal de Poços de Caldas



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