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Poços de Caldas

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Artistas, tomemos as ruas de Poços já!

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Anteontem eu estava andando tranquilamente pela rua Assis ouvindo Lenine no fone quando uma imagem me chamou atenção:  um cara com um violão e uma gaita na esquina com a Rua Rio de Janeiro. No chão, uma caixinha de sapato com algumas moedas e notas. Imediatamente eu tirei o fone de ouvido. Com os ouvidos livres, vi que daquele violão e daquela gaita saía um blues, com muita verdade, muito sentimento. Enfiei a mão no bolso, peguei todas as moedas que achei, joguei na caixinha e falei “Parabéns pela coragem”. Depois de tirar uma foto e filmar um trecho eu segui andando. E não é que na volta eu encontrei ele na mesma rua, em outra esquina? Dessa vez, ele conversava com um amigo meu. Era a brecha pra eu bater um papo com ele e fazer amizade. Trata-se de Diego Nicolay, que vai pras ruas com a intenção de levar um pouco de arte livre aos transeuntes e de quebra conseguir uma grana pra investir em instrumentos e equipamentos. Eu juro que fui embora criando coragem pra fazer o mesmo. As ruas da cidade são nossas e a arte é de todos.

Eu, como músico e amante incondicional de qualquer manifestação artística, fiquei imaginando: como seria se isso se tornasse uma constante na nossa querida Poços de Caldas? Nossa cidade já é uma fonte de artistas de qualidade em todos os seguimentos. Nada mais justo do que usar as ruas como palco para a disseminação da arte a todos os que precisam dela – e até os que não precisam.

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*O autor Tokinho Carvalho é músico, compositor, poeta e poçoscaldense.

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